Histórico da Carreira

Premiações e Exposições

1975

Bienal Nacional SP – primeira aparição com 5 esculturas, ….Sem premiação, mas não passou desapercebido… foi em seguida convidado pela curadoria do MAM/RJ a participar, junto com 100 outros artistas, escolhidos em todo Brasil que surgiram ou se afirmaram nos anos 70, ganhando o primeiro prêmio e ainda sendo o artista mais jovem da mostra, com 25 anos.)

1976

Primeiro prêmio – Arte Agora no MAM-RJ.

Exposição individual “Venus…” no MAM-RJ em 1976 – por convite para o espaço experimental do museu.

1977

MASP – onde ocorreria o segundo movimento de sua Vênus… exposição frustrada, desmarcada à sua revelia enquanto estava desfrutando de seu prêmio na Europa.

1978

Prêmio CEF – Panorama da Arte no MAM-SP – participante por convite do museu.

1979

Exposição: América Latina – Geometria Sensível – com Torres Garcia, no MAM-RJ – artista convidado, juntamente com outros 25 construtivistas brasileiros.

Durante essa exposição ocorreu o Incêndio do MAM-RJ, que destruiu a maioria das obras expostas. “Curioso citar que somente as obras de Amilcar de Castro que eram em ferro, e as 12 minhas, mesmo sendo em madeira, não se queimaram. As minhas porque ocupavam um espaço livre, amplo, onde embora tenham aquecido e até chamuscado não foram atingidas por fagulha, e não entraram em combustão…”

1981

(…) Mas o episódio foi a gota d’água a mostrar a precariedade do circuito e do sistema da arte no Brasil. E então, Wilson Alves, com o primeiro atelier montado, dedicou-se a invenção e produção de artefatos sem a aura de arte, entre estes criou os pentes de madeira em 1981, adotou o nome Will, fundou o atelier Will Arte, e desde então, teve enorme sucesso comercial e financeiro com seus produtos, liberando sua criatividade e sonhos nas linguagens das artes plásticas nos anos subsequentes, sem vinculo com o circuito nem o mercado da arte, livre de amarras e dependências comerciais, preservando e avançando com total liberdade em suas conquistas de linguagem…

1991

Por ocasião dos 15 anos de Vênus, resolveu fazer uma exposição de suas conquistas de linguagem, na galeria São Paulo, elaborou  o terceiro movimento de sua escultura Vênus, escultura invisível, na forma de uma gravura em papel de linter artesanal, com matriz em relevo prensadas as copiadas na própria manufatura do papel, tendo por resultado  um branco sobre branco em relevo, com legibilidade pela variação na incidência de luz… mas desentendeu-se com a dona da galeria e a exposição não ocorreu.

1996

Continuou com suas invenções e produções, descartando a produção dos pentes, cujo mercado vulgarizava-se com imitações baratas. Foi um período de muitas criações de objetos e utilitários.

Iniciou a construção de seu novo e grande atelier na rua cerro cora 585

1999

Criou um sistema de produção de banheiras de madeira, ofurôs, com o qual teve também largo sucesso.

Atual

Participou nesse período até 2018 de apenas uma exposição. Quando auferiu o primeiro prêmio com os ofurôs na Arte&Craft 2004 (?)  no Inst. Cult. Brasil Japão – SP

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